Se você é profissional de Comunicação e/ou Relações Públicas (RP), com certeza já sabe o que é clipping de notícias. Também conhece a importância dele para a gestão de reputação de uma marca. Mas, você sabia que a clipagem se tornou mais complexa?
Sim, com a transformação digital, o monitoramento de notícias deve ser cada vez mais ágil e eficaz. Do contrário, é impossível cobrir os desafios dos novos tempos. Afinal, lidamos com um número bem maior de canais virtuais.
Ou seja, há espaço para uma repercussão em tempo recorde de temas. E eles podem, a depender do volume, da intensidade e dos sentimentos envolvidos, abalar ou melhorar a imagem dos negócios.
Nesse contexto, o investimento em tecnologias de automação de dados é um grande trunfo para dar conta dessa demanda. Não por acaso, 76% dos profissionais de RP apontam as ferramentas de Data Science e Analytics como muito importantes. Isso segundo a Sword and the Script.
Vamos entender isso em profundidade?
Continue lendo com atenção os seguintes tópicos:
Clipping (ou clipagem) é o processo contínuo de monitorar, coletar, organizar e analisar menções na mídia. Ele reúne conteúdos sobre uma marca, um porta-voz, um tema, um produto ou um setor. Também pode incluir menções de concorrentes e do mercado, para comparação.
É correto dizer que o clipping transforma publicações dispersas em informação acionável para Comunicação e Relações Públicas.
Na prática, o clipping cobre mídia impressa e digital, além de rádio, TV e blogs. Também pode incluir redes sociais, quando o objetivo é capturar repercussão e replicações de manchetes.
Para manter a qualidade, a curadoria define o que entra e o que fica de fora do clipping.
Em geral, um clipping de notícias entrega três camadas de valor:
Em linhas gerais, estas são as vantagens de se fazer a clipagem de notícias regularmente:
O clipping surgiu como resposta a uma necessidade prática: saber o que a imprensa publicou sobre pessoas, organizações e temas.
Com o tempo, deixou de ser só “recorte” e virou monitoramento de mídia com curadoria, mensuração e análise. Por isso, a evolução do clipping acompanha a própria evolução dos meios e da tecnologia de busca.
O marco mais citado na literatura de mercado é 1881. Naquele ano, Henry Romeike fundou, em Londres, o que é descrito como o primeiro bureau de clipping. Esse modelo profissionalizou a coleta de menções e abriu caminho para serviços similares em outros mercados.
No fim do século XIX, serviços de clipagem começaram a se estruturar também fora do Reino Unido.
Um registro corporativo importante aponta 1892 como início de uma operação de press-clipping na Suécia, ligada à Svenska Telegrambyrån.
A partir dos anos 1930, o clipping passa a se integrar mais diretamente ao trabalho de Comunicação e Relações Públicas (RP).
Uma referência recorrente é a criação do Bacon’s Clipping Bureau, entre 1932 e 1934, associada à produção de “media books” e guias operacionais de PR.
Em paralelo, rádio e TV ampliaram o volume e a velocidade das menções. Isso exigiu métodos mais sistemáticos de medição e registro de exposição.
A própria linha do tempo da Nielsen indica a institucionalização da mensuração de audiência de TV desde 1950. Com expansão para mercados locais em 1954.
O próximo salto foi a digitalização da busca.
Em 1973, a Lexis lançou publicamente seu serviço de pesquisa. Segundo um registro histórico, adicionou no mesmo ano o Nexis, com base pesquisável de artigos de notícias. Isso reduziu a dependência do recorte físico e acelerou a recuperação de conteúdo.
Na prática, o clipping começa a migrar de “coleta manual” para “coleta assistida por banco de dados”. Ao mesmo tempo, cresce a demanda por padronização de tags, categorias e registros para auditoria.
Esse movimento sustenta o que hoje chamamos de relatório de clipping.
Com a web, o volume explodiu e o conceito de “fonte” se multiplicou.
Em 22 de setembro de 2002, o Google News foi ao ar. Ele automatizou agregação e agrupamento de matérias por tema, o que reforçou a lógica de monitoramento contínuo.
Nesse contexto, surgem modelos “nascidos digitais”.
Na década de 2010, o clipping incorpora bases de contatos, taxonomias, painéis e métricas, além de integração com fluxos de trabalho de comunicação.
Também há consolidação do setor via aquisições e plataformas “tudo em um”, movimento visível em linhas do tempo corporativas.
Nos anos 2020, o eixo competitivo migra para detecção de narrativas, classificação e automação.
Um exemplo desse direcionamento é a aquisição de uma empresa de monitoramento com uso de IA para identificar e rastrear narrativas online, anunciada pela PR Newswire. Ela sinaliza a passagem do clipping “descritivo” para o clipping “preditivo” e orientado a risco.
O clipping funciona em um ciclo que começa no recorte e termina em decisão.
Em termos práticos, ele passa por três etapas: critérios, organização e análise com entrega. Quando esse fluxo está bem definido, o clipping ganha velocidade e consistência.
Tudo começa por uma pergunta simples: o que precisa ser monitorado e por quê.
A partir daí, entram temas, marca, porta-vozes, produtos, concorrentes e termos do setor.
Em paralelo, você define o que não entra, porque homônimos e ruídos são recorrentes. Com isso, a coleta deixa de ser “caça a menções” e vira processo controlado.
Para dar previsibilidade, estabeleça critérios antes de coletar. Dessa forma, evita-se tomar decisões caso a caso; o trabalho é reduzido a uma proporção confortável.
Além disso, define-se cadência, canais e regiões prioritárias.
Nesta equação, é importante considerar:
Com os critérios definidos, vem a coleta nas fontes selecionadas. Em seguida, são tratadas as duplicidades e as republicações, preservando a origem.
Depois, registram-se evidências com padrão, para auditoria e reaproveitamento. Nesse ponto, “juntar links” não basta, porque a organização é o que sustenta a leitura.
É importante lembrar sempre que a organização funciona melhor quando há uma taxonomia simples e consistente. Por isso, classifique por tema e entidade, e só então aprofunde por contexto.
No detalhe, o relatório deve ser mais que uma lista. Ele tem que mostrar estrutura, especialmente juntando:
Depois de organizado, o clipping vira análise, porque contexto muda decisão.
Nessa etapa, são identificados padrões, picos e mudanças de narrativa. Bem como deve-se comparar períodos e concorrentes, para evitar leitura isolada.
No detalhe, a entrega ganha valor executivo.
Alertas priorizam velocidade, sobretudo em temas sensíveis. Já os relatórios consolidam tendências e recomendações, com evidências.
Em síntese, é bom que os reports tenham:
O clipping manual funciona em escopos menores e com baixa urgência. Já o automatizado ganha escala, acelera alertas e padroniza o registro.
Mesmo assim, a curadoria humana segue decisiva, sobretudo porque o enquadramento exige leitura.
→ Leia também:
Nos últimos anos, a clipagem foi atravessada pelo fenômeno das redes sociais. Não é, sob hipótese nenhuma, possível ignorá-las na hora de monitorar e reportar as menções à marca ou ao segmento de atuação da empresa.
Isso acontece porque parte da reputação se forma em conversas públicas, fora do noticiário. Além disso, a repercussão de uma matéria costuma ganhar escala primeiro nesses ambientes.
Primeiro, elas viram fonte direta de menções, com marcações e citações sem marcação. Ao mesmo tempo, funcionam como amplificadores, pois redistribuem links e frames do noticiário.
Por fim, atuam como sensor antecipado, já que sinais fracos aparecem antes de virarem pauta.
O clipping organiza e interpreta menções em mídia, incluindo canais digitais e repercussões sociais relevantes. Já o monitoramento de redes prioriza conversas em tempo real e padrões de engajamento por plataforma.
Sendo assim, o valor aparece quando as duas camadas se conectam, sem confundir objetivos.
Com as redes sociais no radar do clipping, a estratégia de busca deixa de ser só por veículos e passa a considerar termos, comunidades e autores-chave. Em outras palavras, a classificação ganha contexto, pois a mesma citação pode significar coisas opostas.
Também a cadência precisa prever alertas, já que picos nas redes são rápidos e cumulativos. Com isso, o clipping não é mais só retrospectivo. Ele passa a apoiar resposta e prevenção.
Quanto à utilidade do clipping “social", é recomendado definir o que é menção relevante, para não confundir volume com impacto reputacional. Paralelamente, deve-se registrar atributos mínimos, como tema, origem, alcance provável e tipo de engajamento.
Também é preciso conectar cada menção ao que motivou a conversa, sobretudo quando há link para notícia.
Também os parâmetros de mensuração são modificados quando as redes sociais são considerados no clipping. Neste caso, o volume sozinho engana. Vale acompanhar os picos e a velocidade de propagação por tema.
Concomitantemente, deve-se identificar participação de voz em conversas do setor, comparando com concorrentes e porta-vozes. Ademais, é fundamental observar quais narrativas persistem – a repetição costuma sinalizar risco ou oportunidade.
Basicamente, o relatório deve evoluir de “registro” para leitura executiva, com implicações claras.
Nem toda plataforma permite o mesmo nível de acesso, e isso impacta cobertura e auditoria. Por isso, explicitar metodologia, fontes e limitações no relatório é importante. Sobretudo para evitar interpretações exageradas.
Nessa mesma esteira, privacidade e conformidade devem ser tratadas como requisito. Sobretudo ao lidar com perfis e dados pessoais – à luz da Lei Geral de Proteção de Dados.
Há também alguns equívocos que não podem mais acontecer no processo de clipagem de notícias.
Veja, a seguir, um detalhamento dos principais com indicação de como evitá-los.
Notícias negativas são importantes. Elas ajudam a entender o legado reputacional da empresa e a disparar ações de melhorias.
→ Destaque no clipping as menções negativas com uma breve explicação do que as torna assim classificadas. Ao menos uma vez por semana, entregue resoluções e indicações para trabalhar o contorno do sentimento negativo envolvido nas menções à marca.
É um grande erro ignorar menções porque não são feitas por jornalistas.
Com a convergência midiática fruto da grande pluralidade de canais e vozes, deve-se incluir no clipping todas as lideranças de opinião. Do contrário, fica difícil ter a real dimensão da presença da marca no debate coletivo.
→ Aponte, no relatório de clipping, quais são os jornalistas e quais são os influencers ou outros debatedores online, por exemplo.
Em muitos casos, as bolhas informacionais são disparadoras de polêmicas que podem chegar aos meios jornalísticos. Ao mesmo tempo, também podem trazer ideias de conteúdo e oportunidades de diálogos com públicos bem segmentados.
→ Monitore grupos online, fóruns de discussão, entre outros coletivos com nicho e públicos específicos. Eles, normalmente, são locais onde temas bem definidos costumam ser debatidos.
Agora é preciso ir além de avaliar o tamanho das menções à marca.
Deve-se verificar criteriosamente o teor das citações à marca e seus impactos na reputação corporativa.
→ Avalie sentimentos, contexto e relevância de cada veículo. Além disso, mensure alcance potencial, engajamento e tráfego de referência – sempre comparando participação de voz e temas ao longo do tempo. Se usar valoração, trate como proxy e explicite limitações no relatório.
O clipping deve ser utilizado a favor da marca. Ele não é um material para se “passar o olho".
Vale a pena avaliar quais menções podem ser propagadas nas redes sociais, por exemplo.
→ Torne a clipagem um relatório consultivo, que dê direcionamentos para os decisores que a analisarem.
O melhor caminho agora é contar com uma solução de monitoramento de mídias e opinião pública, ampla e que ajude a mensurar resultados qualitativa e quantitativamente (ROI).
→ Conte com uma ferramenta como Cortex Brand que, entre outras frentes, ajuda a avaliar como a marca está sendo mencionada. Isso em termos de volume, mas também de intensidade e sentimentos envolvidos.
→ Confira também:
Quanto às ferramentas de clipping, elas são muitas e têm diferentes serventias. É preciso avaliar bem qual delas aderir, sempre considerando a realidade do negócio, a maturidade da marca e o nível de gestão reputacional.
Sendo assim, pode-se dizer que não existe uma “melhor ferramenta” universal para clipping. Em geral, o caminho mais seguro é escolher o tipo de ferramenta que combina com a operação de Comunicação e Relações Públicas, entre outros fatores estratégicos.
Dito isso, confira, a seguir, um detalhamento dos principais tipos de ferramentas de clipagem.
Esse tipo de solução atende necessidades simples de detecção de menções na web. Ele ajuda a testar palavras-chave e perceber quando um tema ganha tração. Ainda assim, a cobertura pode oscilar, e o resultado exige curadoria.
Portanto, use essa categoria de ferramenta como radar, e não como relatório final.
Alguns exemplos:
Aqui, o foco está em seguir veículos e editorias com mais disciplina.
Esse tipo de ferramenta ajuda quando você já sabe quais fontes importam para reputação e contexto. Em contrapartida, ele tende a depender de organização manual e critérios consistentes. Assim, funciona melhor como base de leitura e triagem.
Exemplos:
Essa categoria de ferramenta concentra o ciclo completo: coleta, organização, análise e relatório. Em geral, inclui classificação, deduplicação e métricas comparáveis no tempo.
Além disso, as soluções dessa classe costumam apoiar leitura de contexto e gestão de risco reputacional. Isso é especialmente relevante quando a área precisa de consistência e velocidade.
Exemplo:
Há também algumas ferramentas que agregam camadas analíticas, como sentimento, audiência estimada e valoração.
Na prática, esse tipo de tecnologia é útil quando a liderança pede comparações e métricas recorrentes. Ainda assim, o valor depende de metodologia explícita e critérios estáveis.
Por isso, trate valoração como proxy e documente limitações.
Exemplos:
Quando as redes sociais entram no escopo, o clipping precisa capturar velocidade e contexto. Logo, é preciso contar com soluções que ajudem a acompanhar autores relevantes, picos e repercussões que “rescrevem” a leitura de uma notícia.
Além disso, é importante que as ferramentas apoiem a identificação de temas sensíveis antes de virarem pauta. Assim, o clipping deixa de ser apenas retrospectivo.
Exemplos:
Esse tipo de tecnologia sustenta o básico que quase sempre falta: padronização e reuso. Ele organiza links, capturas, tags e campos mínimos, com histórico consultável. Assim, o time evita retrabalho e melhora auditoria.
Em operações maiores, essa camada vira “infraestrutura” do clipping.
Exemplos:
Há também os serviços pagos de clipping, uma alternativa para ganhar praticidade – principalmente quando o time de Comunicação e RP é pequeno.
Esses serviços fazem sentido quando a empresa quer operação pronta, com entrega recorrente.
Mas, atenção: sem briefing e critérios, o serviço vira coleta genérica. Portanto, cobre metodologia, fontes e regras de classificação no contrato.
Exemplos:
A maior limitação do clipping tradicional é operar como “coleção de menções”, sem conexão com decisão. Quando a Comunicação precisa provar impacto, um mosaico de ferramentas vira gargalo operacional.
Por isso, as equipes mais maduras tendem a substituir pilhas de soluções por uma única plataforma. E é nesse ponto que Cortex Brand se posiciona como alternativa ao clipping e às camadas adjacentes.
A solução combina monitoramento, mensuração e relatório em um ecossistema de agentes de IA que, em síntese, garante entregas orientadas à ação. Com isso, há fortalecimento da maturidade comunicacional, sem abrir mão das capacidades humanas. Ou seja, promove-se a integração humano-máquina, que gera Inteligência Aumentada.
Na prática, os agentes de IA substituem o papel de alertas, agregadores e planilhas isoladas.
O Agente de Monitoramento monitora em tempo real mais de 7,3 milhões de matérias mensais. Ele cobre 8 tipos de mídia, com mais de 316 mil fontes únicas, já com enriquecimento por IA.
Além disso, classifica por sentimento e relevância, reduzindo ruído e acelerando a triagem. Também substitui a dependência de ferramentas “soltas” de análise e apresentação.
O Agente de Análise entrega indicadores e comparativos, conectados ao planejamento de reputação.
A plataforma trabalha com metodologia proprietária e mais de 70 indicadores. Isso ajuda a ir além da centimetragem, com valoração mais realista e leitura de audiência.
Por fim, substitui o esforço manual de compilar relatórios e redistribuir versões.
O Agente de Report gera visões executivas, operacionais e específicas para agência, reduzindo retrabalho.
Ademais, há recursos como AI Insights, um copiloto de análise em tempo real. E a solução também oferece alertas por WhatsApp, acelerando a resposta quando o timing é crítico.
Essa estrutura cobre, em uma única camada, o que normalmente se divide entre várias ferramentas:
Em suma, as companhias líderes em reputação no Brasil contam com Cortex Brand, pois ela oferece a tranquilidade necessária, operacional e estrategicamente falando.
Com essa solução, o clipping e as demais atividades de Comunicação e RP se integram. Isso resulta em menos ferramentas paralelas, menos conciliação manual e mais consistência metodológica.
→ Leia também:
É bom também ter em mente que a Inteligência Artificial já redefiniu o clipping: de coletar menções para interpretar sinais e orientar resposta.
Conforme já mencionamos, hoje, as companhias mais bem-sucedidas em gestão reputacional usam IA para ganhar velocidade, contexto e padronização metodológica. Elas fazem isso porque entenderam que o volume de mídia, redes sociais e bolhas informacionais tornam o monitoramento manual inviável.
O futuro do clipping já começou. Ele agora é um sistema de decisão, não um arquivo semanal.
Esse movimento aparece em dados globais recentes sobre adoção de IA e governança. Por exemplo, em pesquisa global realizada pela EY, 81% reportam melhoria em inovação e 79% em eficiência com IA.
Na prática, o clipping com IA evolui para um fluxo contínuo, com objetivos, métricas e alertas em tempo real. Neste sentido, plataformas especializadas usam agentes de IA, que, entre muitas outras aplicabilidades, definem indicadores-chave (KPIs) por público, canal e iniciativa, e classificam menções por sentimento e relevância.
A adoção da IA na clipagem e em outras frentes da gestão comunicacional também é impulsionada por liderança e cobrança por resultados. Tanto que 87% dos executivos dizem usar IA no trabalho, contra 27% dos colaboradores de nível operacional, conforme estudo da Dayforce.
Um outro levantamento, feito pela Korn Ferry com lideranças de Comunicação (CCOs), mostra que a influência do cargo cresce em meio à agenda de IA.
As áreas de Comunicação e Relações Públicas sofreram muitas mudanças nos últimos anos e a clipagem de notícias também precisou mudar. Ela não pode mais ser focada apenas em dimensionar centimetragem, de maneira descontextualizada.
Pelo contrário, deve ser uma ferramenta que ajude na gestão da reputação corporativa, facilitando o entendimento dos impactos da marca na opinião pública.
Isso requer um monitoramento de mídias em tempo real e, portanto, automatizado. Inclusive considerando líderes de opinião e influenciadores – para além dos jornalistas.
Neste sentido, o melhor caminho a ser seguido é ampliar a inteligência de dados dos profissionais envolvidos. Ou seja, fornecer tecnologia e investir em capacitação analítica, o que tornará tudo ainda mais estratégico e eficiente.
A boa notícia é que, como te mostramos aqui, há disponibilidade de tecnologia de ponta para o clipping. Por exemplo, Cortex Brand que, com agentes de IA, integra a clipagem às demais atividades de gestão reputacional.
É uma questão de adaptação aos novos tempos. De adoção da ferramenta certa, bem como de capacitação da equipe para extrair dela o máximo para que os resultados sejam sustentáveis.
Na sua empresa, o clipping já está atualizado? Ele já contribui de maneira satisfatória para os esforços estratégicos de gestão do legado reputacional?
Sobre a Cortex
A Cortex é a empresa líder em Inteligência Aumentada aplicada a Go-to-Market. Saiba como usar Inteligência Artificial em mensuração e analytics de mídia, além de monitorar a reputação corporativa de forma integrada. Conheça nossa solução de Cortex Brand.
Ou, se preferir, não perca tempo: agende uma conversa com a equipe de especialistas Cortex e traga sua estratégia de comunicação para a era dos dados.