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PLG vs SLG: entenda as diferenças e escolha a melhor estratégia

Escrito por Cortex | Nov 28, 2025 2:44:00 PM

Pensar em PLG vs SLG, na maioria dos casos, é contraproducente. Isso porque essas duas abordagens estratégicas funcionam melhor quando combinadas.

Elas correspondem, respectivamente, ao produto e à força de vendas como centros dos esforços de ganho de mercado. Logo, não podem ser executadas de forma isolada, por mais que uma se sobressaia sobre a outra em alguns modelos de negócios. 

Sobre isso ainda vamos te ajudar mais profundamente ao longo deste artigo. 

Por enquanto, é válido pontuar que o mercado global de PLG movimenta mais de 15 bilhões de dólares anualmente. E que empresas e ferramentas que operam com maior ênfase no SLG, não ficam atrás. Tanto que 65% dos compradores SaaS em vários setores preferem a combinação das experiências proporcionadas por ambas.

Dito isso, continue lendo para saber:

  • o que é Product-Led Growth (PLG);
  • o que é ​​Sales-Led Growth (SLG);
  • em quais frentes SLG e PLG se distanciam e se complementam;
  • quando escolher entre PLG e SLG;
  • e muito mais!

O que é Product-Led Growth (PLG)?

Product-Led Growth (PLG), é uma estratégia em que o produto lidera aquisição, ativação, retenção de clientes e expansão de receita.

Características principais do PLG

No PLG, o usuário conhece o valor do produto usando-o, não apenas ouvindo discursos comerciais. 

A experiência começa, em geral, com modelos freemium, testes gratuitos ou versões limitadas, que reduzem barreiras de entrada. 

Em seguida, o próprio uso revela benefícios, ativa o famoso “aha moment” e incentiva o engajamento recorrente. Além disso, os dados de uso guiam melhorias contínuas e sinalizam quais contas têm maior propensão a crescer.

Outro ponto central é o foco em autoatendimento. 

O onboarding é intuitivo, com fluxos guiados, tutoriais e recursos de suporte dentro do próprio produto. Isso diminui fricções, reduz dependência de equipes extensas de vendas e acelera o tempo até o primeiro valor percebido.

Essas características exigem forte alinhamento entre Produto, Marketing, Sucesso do Cliente e Vendas ao longo de toda a jornada. 

Todos precisam compartilhar a definição de sucesso do usuário, as métricas de ativação e os sinais de engajamento. Dessa maneira, as decisões vão além da opinião; refletem comportamentos reais. Sempre iterando.

Principais características do Product-Led Growth (PLG)

Produto como motor de crescimento

Aquisição, ativação, retenção e expansão são guiadas principalmente pelo uso do produto.

Experiência antes da compra

Usuário testa o produto em modelos freemium ou testes gratuitos, com baixa barreira de entrada.

Foco em autoatendimento

Jornada prioriza autonomia do usuário, com mínimo contato inicial com time de vendas.

Onboarding guiado e intuitivo

Fluxos, tutoriais e mensagens dentro do produto conduzem o usuário até o primeiro valor.

“Aha moment” claro

O produto foi desenhado para revelar rapidamente o benefício central ao usuário.

Uso intensivo de dados de produto

Decisões sobre roadmap, precificação e abordagens comerciais partem de dados de uso real.

Sinalização de contas com potencial

Engajamento, frequência e amplitude de uso indicam contas com maior propensão de expansão.

Integração entre produto e marketing

Conteúdos, mensagens e campanhas reforçam a experiência vivida dentro do produto.

Papel consultivo de vendas

Equipe comercial entra depois, focando em contas qualificadas pelo próprio uso.

Métricas centradas em ativação e retenção

Sucesso é medido por ativação verdadeira, engajamento recorrente e expansão por conta.

Vantagens do Product-Led Growth

Entre as principais vantagens, destaca-se o custo de aquisição potencialmente menor, pois grande parte da jornada acontece sem interação humana. 

O produto gera prova concreta de valor, o que aumenta confiança, acelera decisões e reduz objeções em negociações posteriores. 

Em muitos casos, o modelo também favorece expansão orgânica, com indicação entre usuários e crescimento viral.

Como o comportamento está registrado em dados de uso, as equipes conseguem identificar padrões de ativação, engajamento e expansão. Logo, é possível priorizar contas com maior aderência, direcionar abordagens de vendas consultivas e testar melhorias de produto.

Desafios do PLG

Apesar dos benefícios, PLG exige um produto realmente pronto para “se vender” sozinho, o que nem sempre acontece. 

A jornada tem que ser clara, simples e guiada, ou o usuário abandona o teste antes de perceber valor. Isso demanda investimento forte em design de experiência, conteúdo dentro do produto e suporte contextual.

Além disso, PLG não elimina a necessidade de vendas, especialmente em contratos empresariais complexos e tickets elevados. 

Em muitos cenários, o desafio é conectar sinais de uso com processos comerciais estruturados. Assim, Vendas atua no momento certo. Do contrário, sem essa orquestração, o modelo perde eficiência e frustra expectativas de crescimento acelerado.

Outro desafio recorrente é medir corretamente sucesso em PLG, indo além de cadastros e acessos pontuais ao sistema. 

É preciso acompanhar:

  • ativação verdadeira;
  • engajamento consistente;
  • uso de funcionalidades-chave;
  • expansão dentro das contas. 

Sem essa disciplina analítica, a companhia acredita estar crescendo, mas mantém alta rotatividade e baixa monetização.

O que é Sales-Led Growth (SLG)?

Sales-Led Growth (SLG), é uma estratégia em que o crescimento é liderado por Vendas, da prospecção ao fechamento.

Características principais do SLG

No modelo Sales-Led Growth, o time comercial é o principal motor de aquisição, expansão e retenção de clientes. 

A jornada começa com prospecção ativa, campanhas outbound e leads gerados por marketing. 

Desde os primeiros contatos, os vendedores conduzem diagnósticos, demonstrações e discussões de solução. Assim, decisões avançam apoiadas em conversas consultivas, não apenas em experimentações do produto.

Em SaaS B2B, por exemplo, o SLG envolve ciclos longos, múltiplos decisores e etapas formais de aprovação. 

A atuação tende a ser consultiva, com reuniões sucessivas, provas de conceito e casos detalhados. Ou seja, o vendedor ajuda o cliente a justificar retorno financeiro, eficiência operacional e mitigação de riscos.

Outra característica central é o funil estruturado, com etapas claras, metas por estágio e acompanhamento disciplinado. 

Ferramentas de CRM e inteligência comercial organizam contatos, registram interações e priorizam oportunidades com maior probabilidade de fechamento. Ademais, o Marketing apoia com conteúdo e geração de demanda. Vendas, por sua vez, assume a responsabilidade principal pelo avanço das oportunidades. 

Principais características do Sales-Led Growth (SLG)

Vendas como motor de crescimento

Equipe comercial lidera aquisição, expansão e retenção, da prospecção ao fechamento.

Prospecção ativa e campanhas outbound

A jornada começa com abordagens diretas, ligações, e-mails e reuniões agendadas.

Funil de vendas estruturado

Etapas claras, critérios de avanço definidos e metas por estágio do pipeline.

Atuação consultiva do vendedor

Diagnóstico, demonstrações, provas de conceito e construção conjunta da solução com o cliente.

Foco em contas estratégicas

Priorização de contas com maior potencial de receita e alinhamento ao perfil ideal.

Processos intensivos em interação humana

O avanço das oportunidades depende de reuniões, negociações e alinhamento entre vários stakeholders.

Uso de CRM e inteligência comercial

Ferramentas registram interações, organizam cadência e apoiam decisões de priorização.

Ciclos de vendas mais longos

Decisão passa por comitês, áreas técnicas, compras e alta liderança.

Maior capacidade de customização

Propostas adaptadas por segmento, porte, operação e integrações específicas.

Relações de longo prazo com clientes

Vendedores acompanham a conta, identificam oportunidades de upsell e cross-sell ao longo do tempo.

Vantagens do Sales-Led Growth

Uma primeira vantagem do SLG é a aderência a ofertas complexas, com customizações, integrações e contratos de alto valor. 

A presença de vendedores experientes permite traduzir necessidades específicas em propostas objetivas, reduzindo dúvidas técnicas e objeções ao investimento. Além disso, conversas frequentes ajudam a construir confiança e alinhar expectativas de diferentes stakeholders.

Outra vantagem é o controle sobre o pipeline

O time de Vendas prioriza contas estratégicas, define cadências de contato e ajusta abordagens. Dessa maneira, torna-se possível gerir a previsibilidade de receita e identificar gargalos em cada etapa do funil. 

​​O SLG também facilita oportunidades de upsell e cross-sell em clientes atuais. 

Como a relação costuma ser próxima, vendedores identificam momentos adequados para ampliar escopo, adicionar módulos ou aumentar licenças. Isso contribui para elevar o valor do ciclo de vida dos clientes

Desafios do SLG

Um primeiro desafio do Sales-Led Growth (SLG) é o custo. 

Manter equipes sêniores, comissões competitivas e estruturas de apoio aumenta o custo de aquisição de clientes (CAC). Ou seja, em mercados com volume de oportunidades, a dependência de interações humanas torna o modelo menos escalável no dia a dia.

Além disso, o SLG pode reforçar silos entre Vendas, Marketing, Produto e Sucesso do Cliente

Quando as informações ficam concentradas em poucas pessoas, os aprendizados se perdem. Isso prejudica a retroalimentação da estratégia de Go-to-Market e a evolução da oferta.

Outro percalço é a variabilidade de desempenho entre vendedores. 

Resultados podem oscilar conforme experiência, carteira e disciplina de cada profissional. Isto é, sem processos bem definidos, habilitação contínua e suporte analítico, o modelo perde previsibilidade e desperdiça oportunidades relevantes.

PLG vs SLG: quais são as diferenças

No debate PLG vs SLG, não se trata de escolher um “vencedor” definitivo. 

A questão central é entender como cada abordagem gera crescimento, receita e melhoria no relacionamento. A partir disso, fica mais claro qual combinação faz sentido para o contexto do negócio.

Aquisição de clientes e receita

No PLG, a aquisição começa dentro do próprio produto. 

Usuários entram por testes gratuitos, modelos freemium ou convites de outros usuários, experimentam o valor e avançam sozinhos na jornada. 

A receita cresce conforme mais usuários ativados se convertem em pagantes ou ampliam o uso.

Já no SLG, a aquisição é puxada por campanhas outbound e ações de marketing que alimentam o funil comercial. 

O time de vendas identifica oportunidades, faz diagnósticos, conduz apresentações e negocia contratos. A geração de receita depende diretamente da capacidade desse time em avançar as oportunidades no pipeline.

→ Enquanto o PLG privilegia volume e conversões autoatendidas, o SLG privilegia menos contas, porém com tickets médios mais elevados.

Custo e escalabilidade

Modelos PLG tendem a oferecer menor custo de aquisição por usuário adicional. 

Como a jornada é majoritariamente autoatendida, o acréscimo de novos clientes não exige aumento proporcional da força de vendas. Assim, o crescimento pode ser mais escalável, desde que o produto entregue valor de forma clara e rápida.

No SLG, o custo de aquisição tende a ser maior. 

É preciso contratar, treinar e remunerar equipes comerciais, além de sustentar a estrutura de suporte pré e pós-venda. Em compensação, cada novo contrato pode representar valores expressivos, especialmente em segmentos corporativos.

→ Do ponto de vista de escalabilidade, PLG é forte em “largura”, enquanto SLG é forte em “profundidade” de cada conta.

Relações com clientes e retenção

O PLG constrói relacionamento principalmente pela experiência contínua. 

Usuários permanecem porque o produto resolve problemas concretos, com baixo atrito e atualizações frequentes. A retenção depende da capacidade de manter o produto relevante, intuitivo e alinhado às necessidades que evoluem.

No SLG, o relacionamento é mediado por pessoas. 

Vendedores, pré-vendas e sucesso do cliente conversam com diferentes stakeholders, esclarecem dúvidas e patrocinam a solução internamente. 

Essa proximidade costuma favorecer contratos e oportunidades de expansão estruturadas. Em contrapartida, uma operação dependente apenas de relacionamento humano corre o risco de perder sinais sutis. 

Esses sinais indicam insatisfação no uso diário. 

→ O ideal é combinar a leitura dos dados de produto, típica de PLG. Também é importante usar a escuta ativa das equipes de campo, típica de SLG.

Estrutura de times e governança

Estratégias PLG exigem times orientados a produto, dados e experimentação contínua. 

Gestão de produto, engenharia, marketing e experiência do cliente atuam em conjunto, com ciclos curtos de testes, medições e ajustes. Nesta abordagem, o foco está em aumentar ativação, engajamento e expansão a partir do uso.

No SLG, a estrutura costuma girar em torno do time comercial. 

Funil, metas, territórios e previsões de receita organizam o trabalho diário. Marketing funciona como gerador de demanda e suporte, enquanto produto responde a necessidades mapeadas nas conversas com clientes.

Quando a empresa busca combinar PLG e SLG, a governança se torna decisiva. 

→ É preciso definir como cada time contribui para aquisição, retenção e expansão, e quais métricas compartilham. Dados precisam circular entre áreas-chave. Sem essa coordenação, os modelos competem entre si, em vez de se reforçarem. Com governança, PLG e SLG impulsionam crescimento B2B.

PLG vs SLG: quando escolher cada abordagem

Escolher entre PLG e SLG não é uma decisão teórica. Ela depende do tipo de produto, do mercado-alvo, do ticket médio e da estrutura interna disponível. 

Além disso, ao longo do tempo, essa escolha muda. Isso porque a empresa cresce, testa novos segmentos e busca mais eficiência.

Logo, faz mais sentido enxergar PLG e SLG como movimentos de crescimento complementares. 

Cada um deles responde melhor a determinados contextos de solução, estágio da empresa e perfil de cliente ideal. Neste sentido, o papel da liderança é ler esses sinais com cuidado. Em seguida, ajustar a predominância de cada abordagem.

Com isso em mente, confira, a seguir, os fatores a serem observados.

Tipo de produto e complexidade da solução

Produtos digitais simples, intuitivos e de adoção rápida tendem a se beneficiar mais de uma abordagem PLG. 

Quando o usuário consegue perceber valor sozinho, experimentando fluxos básicos sem precisar de orientação humana, o autoatendimento funciona bem. 

Já soluções que exigem integração complexa, desenho de processos ou customizações profundas normalmente precisam de SLG. 

Nesses casos, o esforço consultivo do vendedor reduz risco percebido, estrutura o projeto e acelera o consenso interno.

Ticket médio, volume e ciclo de vendas

Empresas com ticket médio baixo e grande volume potencial de clientes tendem a ganhar escala com PLG. 

A jornada autoatendida permite crescer a base instalada com menor custo de aquisição por usuário. Isso é ainda mais forte quando o produto gera indicações recorrentes. 

Porém, em contratos de alto valor, com impacto relevante no orçamento do cliente, o SLG costuma ser mais adequado. Nessas situações, ciclos de vendas longos e negociação detalhada exigem presença ativa de Vendas desde o início.

Perfil dos clientes e jornada de compra

Quando o público-alvo prefere testar ferramentas por conta própria, com pouca interação comercial, o PLG ganha força. Isso acontece com frequência em times pequenos, áreas técnicas e empresas que já têm cultura digital consolidada. 

Em contrapartida, mercados mais tradicionais, organizações hierarquizadas e comitês formais tendem a demandar SLG. A decisão passa por múltiplos atores, que precisam de alinhamento, provas de valor e apoio para justificar a escolha internamente.

Estrutura interna e recursos disponíveis

A escolha também depende da estrutura que a empresa já possui. 

Negócios com time de Produto maduro e cultura de experimentação sustentam melhor um PLG robusto. 

Já aqueles que investiram em equipes comerciais sêniores, processos de prospecção e funis bem estabelecidos aproveitam melhor o SLG. Isso porque, neles, a estrutura comercial já está pronta para capturar oportunidade assim que ela aparece. 

Em muitos casos, a transição ocorre por etapas, aproveitando ativos existentes enquanto se desenvolve a nova capacidade.

Objetivos de crescimento e estratégia de Go-to-Market

Quando a prioridade é escalar rapidamente a base de usuários, testando hipóteses de mercado com baixo custo incremental, o PLG se destaca. Ele permite aprender com o uso e ajustar o produto de forma contínua. 

Quando o foco é capturar contas-alvo, consolidar presença em segmentos estratégicos e ampliar receita por cliente, o SLG ganha protagonismo. 

Em cenários mais complexos, a melhor resposta costuma ser combinar as duas abordagens, guiado por dados de Go-to-Market. Essa decisão precisa ser revista periodicamente, nunca tratada como definitiva.

Sinais de que é hora de mudar de abordagem

Alguns sinais indicam que o modelo atual já não entrega o mesmo resultado de antes. 

Se o PLG gera muitos cadastros, mas baixa conversão em receita, talvez falte atuação mais forte de Vendas. 

Quando o SLG fecha bons contratos, porém o funil depende demais de prospecção manual, algo está desequilibrado. Pode ser hora de incorporar mecânicas de autoatendimento. 

Outro alerta é o aumento constante do CAC sem melhoria proporcional no valor de vida do cliente.

PLG vs SLG: a abordagem híbrida é a melhor escolha

Combinar PLG e SLG não é um meio-termo acomodado. É uma forma pragmática de alinhar experiência, eficiência e crescimento sustentável. 

Em vez de opor produto e Vendas, a abordagem híbrida organiza quando cada motor deve assumir protagonismo.

Na prática, empresas SaaS de alto crescimento já operam com elementos de PLG e SLG. 

Usuários entram por fluxos autoatendidos, testam funcionalidades e geram sinais de interesse dentro do produto. Em paralelo, equipes comerciais atuam sobre contas estratégicas, usam dados de uso e estruturam contratos complexos.

Essa combinação resolve limites de modelos “puros”. 

O PLG sozinho pode encontrar teto em vendas empresariais. Igualmente, o SLG isolado não é recomendado, pois ele tende a elevar demais o CAC. 

A abordagem híbrida permite calibrar esforços conforme segmento, estágio da conta e momento da jornada.

Benefícios da abordagem híbrida:

  • Redução do CAC, usando PLG para atrair e qualificar muitos usuários antes da entrada do time de Vendas.
  • Aumento do LTV, combinando contratos empresariais robustos com expansão baseada em uso real do produto.
  • Maior velocidade de conversão, pois o usuário chega às conversas comerciais após experimentar valor concreto.
  • Cobertura mais ampla de mercado, atendendo desde pequenos times digitais até grandes organizações com comitês de compra.
  • Uso mais inteligente dos dados, cruzando métricas de produto, funil comercial e sucesso do cliente em uma única visão.
  • Alocação eficiente de recursos, liberando Vendas para focar contas com real potencial de receita e expansão.
  • Construção de relacionamento completo, unindo experiência contínua no produto com interlocução consultiva em decisões críticas.
  • Resiliência da receita, pois a base se distribui entre muitos usuários engajados e contratos estratégicos de maior porte.

Para capturar esses benefícios, é indispensável contar com governança clara

É preciso definir papéis, responsabilidades e metas compartilhadas. Além disso, conectar dados de uso, sinais de intenção e informações de pipeline em um mesmo ambiente analítico.

Dessa forma, a empresa consegue saber quando ativar cada motion. 

Em alguns contextos, bastará o produto conduzir a jornada até a conversão. Em outros, Vendas entrará cedo com leitura aprofundada de contas e desenho de soluções. 

Essa disciplina muda resultados. Porém, exige o uso de uma boa plataforma de inteligência de Go-to-Market. Uma solução robusta, que consolide sinais de produto, mercado e relacionamento em decisões operacionais precisas. 

O ponto-chave é que essas decisões deixem de ser intuitivas. Elas devem nascer de dados consistentes sobre clientes, mercados e resultados de Go-to-Market.

Que tal, conseguimos te ajudar a entender por que não vale a pena pensar em PLG vs SLG? Nossa explicação te convenceu de que o melhor caminho a trilhar é a mescla propositiva dessas duas abordagens?

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