Follow-up de vendas: o que é e como fazer
Follow-up de vendas é o acompanhamento do potencial cliente. Ou seja, a continuidade do contato com o lead ao longo da jornada de compra.
Quando feito de forma correta, ele é decisivo para o fechamento do negócio. Inclusive porque já se sabe que 60% dos compradores dizem não ao menos quatro vezes antes de dizer sim.
Quer outro motivo para entrar em contato com o lead ou comprador?
Estima-se que 80% dos contratos B2B exigem uma média de cinco contatos antes de serem firmados, segundo levantamento da Invesp.
Para ter sucesso nessa abordagem, contudo, é preciso seguir as boas práticas dessa estratégia. E é justamente isso que vamos te mostrar ao longo deste artigo.
Continue lendo para ver em detalhes:
- O que é follow-up de vendas?
- Por que fazer follow-up é fundamental para o sucesso em vendas?
- Quais são os princípios básicos do follow-up de vendas?
- Quando fazer follow-up?
- Qual o passo a passo para realizar um bom follow-up de vendas?
- Quais são os erros comuns no follow-up, e como evitá-los?
- FAQ - Perguntas mais frequentes sobre follow-up de vendas
- Conclusão.
O que é follow-up de vendas?
Follow-up de vendas é o contato planejado após uma interação comercial para avançar a negociação. Com essa prática, retoma-se contexto e valor e, assim, remove-se dúvidas e alinha-se próximos passos. Além disso, organiza-se a cadência de abordagem e aumenta-se a taxa de resposta sem pressionar o cliente.
Podendo ser traduzido para “acompanhamento comercial”, o termo follow-up de vendas diz respeito a tudo que é feito “após o discurso inicial para incentivar o cliente em potencial a agir”, como descreve a HubSpot.
Também é correto dizer que o follow-up de vendas é um passo crítico na construção e manutenção de relacionamentos de longo prazo com potenciais compradores, sejam eles novos ou já pertencentes à carteira de clientes.
Ele envolve esforços de comunicação para ver como o lead está se saindo e se ele tem algum problema ou dúvida sobre o produto ou serviço ofertado.
Estamos falando, portanto, de uma estratégia que vai muito além de encontrar um motivo para entrar em contato com o lead. Ela envolve um conjunto de ações planejadas para manter o contato propositivo com clientes em potencial após uma primeira interação.
Especialmente visando nutrir o relacionamento, esclarecer dúvidas, reforçar a proposta de valor e aumentar as chances de conversão.
Por que fazer follow-up é fundamental para o sucesso em vendas?
Para se ter uma ideia da importância dessa estratégia, basta saber que cerca de 80% das vendas de produto ou serviço exigem ao menos cinco ações de follow-up, como aponta uma pesquisa da Brevet.
Ou seja, a fama de insistente dos vendedores é real, mas, ao mesmo tempo, só ela garante o fechamento de negócios. Especialmente no mercado B2B onde os comitês de compras são altamente profissionais e respondem a rígidos processos de negociação.
Além disso, o follow-up de vendas mostra o quanto a empresa se importa e dá o tom dos próximos passos no relacionamento.
Ele ajuda a detectar problemas corrigíveis ao mesmo tempo em que desfaz a ideia de que toda a simpatia empregada tinha o pedido como único objetivo.
E mais: sem isso, os vendedores podem nunca aprender sobre alguns dos motivos mais comuns pelos quais os compradores nunca voltam.
No detalhe:
O follow mantém o fluxo do funil e reduz o “silêncio” na negociação
Sem follow-up, o pipeline fica sujeito a lacunas e suposições. Com follow-up, cada contato busca uma resposta e define o próximo passo.
As objeções aparecem mais cedo e viram pauta de resolução, não de abandono. Como resultado, o funil avança com menos retrabalho e menos “vai e volta” improdutivo.
Ajuda a construir consenso no comitê de compras
Em comitês, divergências internas atrasam decisões e travam contratos.
Logo, follow-up não é insistência; é coordenação de informações e critérios. Além disso, cada contato pode atualizar o status e destravar pendências entre áreas.
Aumenta a chance de resposta quando o timing é tratado como disciplina
O follow-up eficaz respeita velocidade, canal e contexto da interação anterior.
Dentro disso, temos o fator agilidade. Ele protege o momento de atenção do prospect. Ao mesmo tempo, mantém a conversa ancorada em compromissos objetivos, não em cobranças genéricas.
Protege o investimento em prospecção e melhora a previsibilidade
Cada lead gerado já carrega custo de tempo, mídia e esforço comercial.
Sem follow-up, esse investimento se perde por falta de continuidade e registro. Com follow-up estruturado, o time captura sinais, atualiza prioridades e ajusta abordagens.
Basicamente, a operação ganha previsibilidade porque decisões se baseiam em histórico e evidências.
Quais são os princípios básicos do follow-up de vendas?
Basicamente, o follow-up está ancorado em quatro grandes princípios. Confira, a seguir, um detalhamento de cada um deles.
1. A manutenção do cronograma
É preciso incluí-lo na programação diária dos vendedores.
Sem isso, é muito fácil os profissionais se envolverem em novas atividades, deixando os leads qualificados de lado.
2. A escolha do método certo
São muitas as maneiras de acompanhamento: da visita à chamada telefônica, do e-mail à mala direta, passando por interações nas redes sociais (social selling), entre outras.
Cabe a cada empresa, segundo o perfil de cliente ideal que atende e também as ofertas que entregam, determinar quais são os meios mais efetivos de follow-up.
3. A reiteração da apreciação
Um grande objetivo do acompanhamento é apenas mostrar que o vendedor se importa e tem um compromisso de longo prazo com o cliente.
Se o profissional só aparece periodicamente para fazer novas vendas, os compradores não o verão como genuinamente interessado neles.
Do contrário, se ele ligar para dizer "obrigado novamente" e informar que está disponível vai causar uma impressão positiva.
4. A indagação das preocupações
A maioria dos clientes não ligará para reclamar se tiver problemas com suas compras.
Em vez disso, eles simplesmente não voltam e podem contar a amigos, familiares ou outras empresas sobre sua experiência.
Ao perguntar como as coisas estão indo, o vendedor tem a chance de resolver gargalos ou mal-entendidos e deixar os compradores satisfeitos. Se já estão satisfeitos, o follow-up é um bom momento para pedir indicações, por exemplo.
Quando fazer follow-up?
O timing do follow-up de vendas precisa ser estratégico. Ele é determinante para o sucesso no avanço do diálogo com clientes em potencial, além de influenciar diretamente no resultado final de cada negociação.
Confira, a seguir, as diversas ocasiões em que contatos de acompanhamento são bem-vindos.
Após o primeiro contato
Em linhas gerais, logo após o primeiro contato é o momento em que o interlocutor ainda está com a conversa fresca na mente. Logo, reforçar o interesse demonstrado é essencial.
Depois do envio da proposta
Outra situação indicada é após enviar uma proposta.
É comum que compradores precisem de tempo para revisar detalhes. No entanto, um follow-up bem realizado garante que dúvidas sejam resolvidas rapidamente — o que ajuda a manter o processo de vendas em movimento.
Quando o interesse foi detectado, mas a conversa não evoluiu
Quando um potencial cliente demonstra interesse, mas não dá continuidade, o follow-up se torna vital.
Esse momento indica uma oportunidade de reavivar o interesse; mostrar o comprometimento do vendedor com a solução.
Na esteira de eventos e reuniões
Também é importante após um evento ou reunião significativa.
Essas ocasiões criam um vínculo que precisa ser reforçado — é preciso se assegurar de que o cliente perceba seu valor e esteja inclinado a avançar na negociação.
Em momentos importantes para o comprador
Não podemos esquecer dos marcos importantes do cliente, como um lançamento de produto ou serviço, início de projetos de expansão, entre outros.
Em tais situações o bom follow-up de vendas é oportuno. Ele demonstra que o profissional está atento às necessidades e ao momento ideal para oferecer sua solução.
Quando o cliente silencia
Muitas vezes, quando há silêncio por parte do cliente pode ser sinal de que um follow-up de vendas é necessário. Nesse caso, o objetivo é entender se há obstáculos ou dúvidas que precisam ser superados.
Após a primeira compra
Por fim, após a compra, o bom follow-up é uma questão de comprometimento e esforço de interesse na fidelização.
Esse pós-venda aumenta as chances de garantir que o cliente se sinta amparado depois que fechou um negócio. Além de sondar se ele está satisfeito e, se necessário, realizar ajustes ou reparações.
Ademais, neste caso, o follow-up de vendas abre portas para novas oportunidades, bem como fortalece e ajuda a consolidar a relação.
Qual o passo a passo para realizar um bom follow-up de vendas?
Baseando-se nos princípios básicos, confira, a seguir, um passo a passo para a execução do follow-up de vendas perfeito!
Passo 1: Determine o momento certo
Para cada tipo de prospect ou cliente há um momento certo de fazer follow-up. Isso significa que nem sempre se faz um contato de acompanhamento apenas depois do envio da proposta comercial.
Há casos em que o follow-up vai cair melhor após o primeiro contato, seja pessoal ou via telefone. Por exemplo, enviando um e-mail onde são descritos rapidamente os tópicos conversados.
Em outras ocasiões, é interessante enviar uma mensagem via WhatsApp dois ou três dias depois da primeira reunião, e assim por diante.
Seja como for, é recomendado que o período de follow-up seja determinado na segmentação de clientes, quando são separados os contatos conforme características específicas dentro do software de CRM.
Passo 2: Escolha os canais adequados
Outro passo fundamental é a escolha dos canais por onde cada perfil de comprador será acompanhado pelos times de Marketing e Vendas.
Como sabemos, há uma tendência à multicanalidade no mercado B2B atual, no entanto, não é recomendado “atacar” os prospects de todos os lados quando se trata do follow-up.
Uma boa tática é sondar por qual meio o potencial comprador gostaria de receber contatos da empresa já na primeira reunião. Dessa forma, evita-se irritá-lo com abordagens indesejadas.
Passo 3: Estabeleça uma frequência equilibrada
Também o timing correto do follow-up é essencial em um processo de vendas estratégico. Isso pelos mesmos motivos citados no tópico relativo aos canais: é preciso evitar excessos.
Se, por um lado, o acompanhamento não pode representar o maior esforço dos vendedores, ele também merece atenção.
Além disso, é preciso que os profissionais saibam detectar oportunidades para fazer contato, o que requer uma atuação menos mecanizada, de maior sensibilidade.
Em suma, considerando o perfil de cliente ideal e a receptividade dos contatos, deve-se estabelecer uma frequência na qual o bom senso não é sacrificado.
Passo 4: Entregue valor em cada ação
Agora, como fazer um follow-up sem ferir suscetibilidades? A resposta está na entrega de valor, ou seja, em acrescentar algo na vida do potencial comprador em cada contato realizado, seja ele pessoal ou via e-mail.
Basicamente, o prospect precisa sentir que está aprendendo algo, sanando alguma dúvida, recebendo alguma dica ou simplesmente tendo uma conversa agradável. Ele jamais deve concluir que a única razão para ser procurado é a venda pura e simplesmente.
Se for enviar um e-mail, que tal colocar uma dica na mensagem? Se for fazer uma ligação, é interessante que ela esteja dentro de um contexto amigável — um desconto, uma dica de uso etc.
Passo 5: Assuma uma postura consultiva
Não há nada mais poderoso do que fazer follow-up demonstrando aos clientes em potencial que o objetivo é facilitar.
Em outras palavras, quanto mais consultiva for a atuação do profissional que faz contato, maior será a afinidade gerada e, consequentemente, mais próximo do sucesso ele estará.
Vale a pena lançar mão de técnicas de relacionamento, demonstrando interesse genuíno nos objetivos a serem alcançados pelo comprador. Paralelamente, dar enfoque em abordagens personalizadas — que o interlocutor sinta claramente que foram pensadas sob medida para ele.
Passo 6: Deixe sempre um gancho para futuras conversas
Seja via redes sociais, em videoconferências ou presencialmente, é sempre bom que o follow-up seja conduzido de maneira a não dar as conversas por encerradas.
Pelo contrário, quando os potenciais clientes sentem que ainda há o que evoluir no diálogo, eles estarão mais abertos a receber novos contatos.
Isso pode ser feito de maneira explícita (convidando para agendar uma nova interação), ou implícita (sugerindo que em breve serão apresentadas novidades).
Passo 7: Refaça a rota sempre que aprender algo novo
Por fim, se tem um bom follow-up também quando o vendedor sente que aprendeu algo. Aliás, o aprendizado contínuo é muito importante na atual dinâmica mercadológica, na qual as incertezas e as mudanças estão sempre presentes.
Neste sentido, vale a pena reavaliar rotineiramente como os contatos de acompanhamento estão sendo realizados. E verificar se há novidades neste campo dentro do nicho no qual a empresa atua — fazendo benchmarking competitivo ou simplesmente trocando ideias com colegas.
O feedback dos clientes e prospects também são muito úteis neste exercício. Com eles, é possível realizar ajustes e manter a estratégia sempre renovada.
Quais são os erros comuns no follow-up – e como evitá-los?
Veja agora cinco erros a serem evitados no follow-up.
1. Não registrar contexto e compromissos no CRM
Quando o histórico fica “na cabeça” do vendedor, o próximo contato perde precisão. Além disso, decisões do comprador somem e viram retrabalho.
Para evitar, registre objetivo, objeções, prazos, responsáveis e principais evidências em campos padronizados. Assim, qualquer pessoa retoma o caso com contexto e continuidade.
2. Priorizar por intuição, e não por sinais
Muitos times fazem follow-up igual para todo mundo, independentemente do estágio. No entanto, sinais como resposta parcial, abertura e interação no conteúdo indicam probabilidade distinta.
Para que isso não aconteça, use critérios de priorização por etapa e uma fila baseada em engajamento e fit. Dessa forma, energia comercial vai primeiro para quem está mais próximo de decidir.
3. Falar com uma única pessoa e ignorar o comitê
Em vendas B2B, um contato raramente decide sozinho, mesmo quando parece patrocinador. Portanto, o follow-up pode travar por falta de validação em outras áreas.
Nossa recomendação: mapeie papéis, dependências e quem aprova orçamento, segurança, jurídico e operação. Em seguida, peça encaminhamentos internos e ajuste mensagens para cada interesse.
4. Enviar mensagens longas e difíceis de responder
Follow-ups extensos aumentam o custo de leitura e reduzem a chance de retorno. Além disso, várias perguntas no mesmo texto criam procrastinação.
Para evitar, escreva curto, retome o ponto anterior e faça uma única pergunta objetiva por vez. Se necessário, ofereça duas opções de agenda e um caminho alternativo de resposta rápida.
5. Não definir regras de saída e reengajamento
Sem critérios, o vendedor insiste demais ou abandona cedo demais a oportunidade. Consequentemente, o pipeline fica inflado e a previsão perde confiabilidade.
Evite isso definindo um número de tentativas, janelas de tempo e um contato de encerramento respeitoso documentado. Depois, programe reativação por evento, mudança de cargo ou novo sinal de interesse no setor.
Exemplos de follow-up de vendas
Veja agora uma série de exemplos de follow-up de vendas, realizados em variados formatos.
Após a reunião: registre e avance
- E-mail: "Segue resumo, responsáveis e datas; também envio o material combinado”. “Confirmo nossa próxima conversa?”
- WhatsApp: “Fechei o resumo em dois pontos; seguimos com o próximo passo esta semana?”
- Ligação: “Ligo rápido para validar um detalhe e combinar o próximo marco”.
Após envio de proposta: conduza critérios de decisão
- E-mail: “Estruturei a proposta por critérios e riscos; assim, a avaliação fica objetiva.” “Alinhamos em 15 minutos?”
- WhatsApp: “Enviei a proposta; qual critério pesa mais: prazo, escopo ou custo total?”
- LinkedIn: “Posso encaminhar um resumo executivo para quem aprova orçamento?”
Sem resposta no prazo combinado: simplifique a decisão
- E-mail: “Para evitar ruído, proponho duas opções: seguimos com X ou pauso por agora”. “Qual caminho faz sentido?”
- WhatsApp: “Posso pausar este assunto, ou prefere retomar na próxima semana?”
- Ligação: “Quero confirmar se houve mudança de prioridade e ajustar meu planejamento”.
Quando surge objeção de preço: trate escopo e retorno
- E-mail: “Posso ajustar o escopo para caber no orçamento, sem perder o resultado principal”. “Diga-me, o que é inegociável?”
- WhatsApp: “Se eu reduzir o escopo, você mantém o prazo? Assim, evitamos o custo oculto”.
- Ligação: “Vamos revisar hipóteses de retorno e risco; depois proponho uma alternativa”.
Quando há comitê de compras: distribua a conversa
- E-mail: “Preparei um resumo por áreas, com perguntas para financeiro, operação e tecnologia”. “Quem mais precisa ver?”
- WhatsApp: “Posso mandar um resumo para segurança e para o dono do orçamento?”
- LinkedIn: “Você me indica quem valida conformidade? Eu envio um pacote específico”.
Encerramento e reabertura: preserve relacionamento
- E-mail: “Como não tive retorno, vou encerrar este fluxo e retomar quando houver prioridade”. “Posso reabrir em 60 dias?”
- WhatsApp: “Encerrando por ora, tudo bem? Se mudar, é só me sinalizar”.
- Ligação: “Confirmo se devo fechar o assunto, ou se existe outro decisor a envolver”.
Reengajamento por gatilho: retome com motivo claro
- E-mail: “Vi uma mudança no seu contexto; isso costuma alterar prioridades”. “Faz sentido revisarmos o cenário?”
- WhatsApp: “Saiu uma atualização que impacta seu processo; quer que eu resuma em dois minutos?”
- LinkedIn: “Notei um novo projeto; posso enviar um caso similar e um roteiro de avaliação?”
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ESQUEMA PARA FOLLOW-UP EM DIFERENTES SITUAÇÕES |
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Situação |
Objetivo |
Valor entregue |
Mensagem curta |
Pergunta |
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Pós-reunião |
Confirmar próximos passos |
Resumo e entregáveis |
“Recapitulo decisões e envio o material.” |
“Seguimos com X até dia Y?” |
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Pós-proposta |
Validar critérios |
Matriz e riscos |
“Alinho critérios e premissas para evitar ruído.” |
“O que falta para decidir?” |
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Sem retorno |
Retomar sem cobrança |
Opções e saída |
“Posso pausar ou reagendar, sem pressão.” |
“Prefere A ou B?” |
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Objeção preço |
Reancorar valor |
Escopo e retorno |
“Ajusto escopo e comparo impactos.” |
“Qual resultado é prioridade?” |
FAQ – Perguntas frequentes sobre follow-up de vendas
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1. Como fazer follow-up com clientes?
Em clientes ativos, o follow-up deve focar em adoção, resultados e expansão.
Portanto, combine checkpoints com metas, indicadores e próximos marcos. Além disso, registre riscos e oportunidades para orientar renovações.
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2. O que é follow-up comercial?
Follow-up comercial é o acompanhamento que inclui pré-venda, negociação e pós-venda. Assim, ele envolve vendedores, pré-vendas e, quando necessário, sucesso do cliente. Já o follow-up de vendas foca em avançar uma oportunidade específica.
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3. Qual a diferença entre follow-up e cobrança?
Follow-up destrava decisão com contexto, valor e próximo passo. Já a cobrança apenas pressiona por resposta, sem avançar critérios. Por isso, follow-up deve sempre propor uma ação clara.
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4. Como fazer follow-up sem parecer insistente?
Use um motivo concreto para o contato e retire qualquer tom de cobrança. Em seguida, faça uma pergunta simples, com duas opções de caminho. Assim, a resposta fica fácil e objetiva.
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5. Quais métricas mostram se o follow-up está funcionando?
Acompanhe a taxa de resposta por canal e tempo até a primeira resposta. Além disso, monitore conversão por etapa e tempo de permanência no estágio. Dessa forma, você identifica gargalos e melhora previsibilidade.
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6. Como definir um SLA de follow-up para o time?
Transforme cada etapa do funil em prazos e responsabilidades explícitas. Depois, padronize registros mínimos e critérios de prioridade. Com isso, o time opera com consistência, mesmo com rotatividade.
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7. Como automatizar follow-up sem perder personalização?
Automatize lembretes, tarefas e disparos baseados em eventos do funil, não em datas fixas. Na sequência, use campos do CRM para inserir contexto real na mensagem. Assim, a cadência escala sem virar texto genérico.
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8. O que escrever no assunto de um e-mail de follow-up comercial?
Use um assunto específico, que retome o contexto e sinalize o objetivo do e-mail. Ademais, evite termos vagos, como “retorno”, sem referência.
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9. Como fazer follow-up em leads que vieram do marketing?
Conecte o contato ao ativo que gerou interesse, como material, evento ou página visitada. Em seguida, qualifique pelo problema e pelo momento, sem repetir a mensagem de marketing.
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10. Como agir quando o comprador pede “me procure mais tarde”?
Converta o “mais tarde” em uma data e um critério de retomada. Também combine qual informação precisa estar pronta até lá. Fazendo isso, o próximo contato não vira lembrete, e sim continuidade.
O follow-up de vendas precisa ser finamente pensado e executado
Ele é altamente recomendado nas negociações entre empresas. Isso porque o ciclo da jornada de compra B2B é sempre longo e o menor sinal de desinteresse do vendedor pode abrir caminho para a concorrência.
Ao mesmo tempo, os próprios clientes tendem a ter uma rotina tão corrida que acabam fechando negociações com os vendedores que mais se fazem presentes.
Contudo, é preciso ter em mente que esse acompanhamento deve ser metódico, finamente estudado e realizado, sob o risco de parecer insistência infundada.
Em suma, o follow-up de vendas requer método e inteligência. Dessa forma, contribuirá para o sucesso comercial da empresa, em médio e longo prazo.
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