Fake News na era do Big Data

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Identificar uma Fake News se tornou um grande desafio devido ao imenso volume de informações no Big Data

As informações disponíveis na internet aumentam exponencialmente: estima-se que em 2020 serão gerados cerca de 1,7 megabytes de dados por segundo, para cada habitante da Terra. Para você ter uma ideia, em 1986 cada ser humano tinha o equivalente a 539 megabytes (menos de um CD) de informação armazenada.

Ou seja, em 2020, em pouco mais de 5 minutos, seremos capazes de gerar o total de informações armazenada por uma pessoa em 1986 ao longo de sua vida!

Agora, em 2018, já lidamos diariamente com um volume gigantesco de dados. Então, como selecionar os que são reais e os que não são? É preciso entender que a internet é fonte de informações, não de notícias.

No vídeo abaixo, você encontra algumas dicas para conseguir identificar fake news:

 

 

Em resumo, é importante fazer a si mesmo algumas perguntas:

Quem publicou?

É necessário avaliar se pessoa, veículo ou canal que publicou a informação é confiável e quais foram as fontes utilizadas para criar o material.

A mesma notícia existe em outras fontes?

Utilize as palavras-chave da notícia ou vídeo para buscar por publicações relacionadas em outras fontes. Se não encontrar nenhuma ocorrência, pode ser um bom indicativo de que você se deparou com uma fake news.

Qual é a data da publicação?

Conteúdo antigo pode ser utilizado como se fosse recente para manipular o público. Ao procurar em outras fontes, certifique-se também da data da publicação.

As fotos e/ou vídeos parecem mesmo reais?

Hoje em dia é muito fácil adulterar imagens, vídeos e até vozes. Por isso, examine com cautela o material antes de tirar suas conclusões. Se algo parece suspeito, não se deixa enganar e aprofunde suas pesquisas.

A notícia pode causar impactos políticos, sociais ou econômicos?

Uma das implicações mais perigosas das fake news é justamente os impactos que podem causar na opinião pública. As notícias falsas, quando disseminadas, podem mudar até o rumo de eleições. Fique atento!

 

Não se esqueça: na era do Big Data, é preciso INVESTIGAR antes de ACREDITAR.


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