5 erros mais comuns no planejamento de comunicação

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Tempo de leitura: 5 minutos

Você vai ler sobre:

  • As grandes tendências no radar dos profissionais de relações públicas
  • Os erros que mais impactam no sucesso do planejamento de comunicação
  • Como utilizar as melhores práticas para ter resultados satisfatórios na comunicação

O planejamento de comunicação é um fator-chave para o sucesso das empresas, e tende a se tornar cada vez mais relevante no mundo de hoje. Conforme aponta relatório da USC Annenberg divulgado recentemente, 89% dos profissionais de Relações Públicas veem o plano estratégico como um dos pilares mais importantes para o sucesso de seus negócios nos próximos anos.

Dessa forma, se torna imperativo para as empresas investir em meios mais eficazes de conduzir o processo de planejamento de comunicação. Se essa etapa não for bem estruturada, então todo o trabalho da área não será bem executado.

Assim, os resultados em termos de aumento da reputação e posicionamento da marca junto ao público-alvo podem ficar aquém do investimento feito inicialmente. Por isso, é preciso evitar algumas armadilhas cruciais. Conheça quais são e como evitá-las:

1 – Não considerar monitoramento de mídias em tempo real

Elaborar uma ação e divulgá-la é apenas uma parte do plano de comunicação. Mas muitas empresas param por aí, esquecendo que o monitoramento é essencial. Há milhares de veículos produzindo e compartilhando, o tempo inteiro, notícias  na internet.

Monitoramento nada mais é do que acompanhar, em  todos os canais – online e offline – tudo que é divulgado a respeito da sua empresa.

Antigamente, isso se limitava ao clipping tradicional, que considera a centimetragem e o tempo de exposição. Mas a comunicação evoluiu, e junto com ela a forma de monitorar.

Hoje é preciso ir além do “recorta e cola”.  Nas estratégias de comunicação modernas o acompanhamento é feito por meio de clipping interativo, que permite elaborar ações mais eficazes e de maior impacto.

2 – Não utilizar métricas de reputação

Como saber se o investimento realizado em comunicação alcançou resultados positivos? A resposta está na construção e no monitoramento de métricas. Sem isso, as empresas podem ter muita dificuldade de analisar o retorno de suas ações nas mídias.

Mensurar como a imagem da organização está repercutindo, quais são seus pontos mais sensíveis e em que canais está gerando mais impacto é imprescindível. É isso que permite fazer ajustes de rota e elaborar planos mais alinhados às estratégias da empresa.

Ignorar essa etapa implica em perder oportunidades de se conectar com o público, reagir com rapidez às exposições negativas e mapear a performance da concorrência.

Com métricas-chave é possível, ainda, criar índices para acompanhar o impacto das ações nas mídias e categorizá-las como boas, ruins ou neutras.

3 – Ignorar os influenciadores

Uma vez incluídas as métricas e o monitoramento em tempo real, é preciso ir além e descobrir quem são seus influenciadores. Atualmente, as formas de reprodução de uma notícia impactam diretamente na repercussão que ela terá.

Quando um jornalista publica em suas redes sociais uma matéria, esta passa a alcançar um público muito qualificado e, dependendo do seu status no mundo digital, ganha potencial para viralizar.

Um erro muito comum ao criar  o planejamento de comunicação é não identificar quais são esses veículos e jornalistas com maior poder de influência junto ao público que deseja atingir e que podem, assim, ajudar na propagação da mensagem da sua empresa.

Com uso de dados é possível fazer esse mapeamento, trabalhar o relacionamento com esses influenciadores e melhor utilizá-los para fortalecer a presença da sua empresa na mídia e incrementar seus resultados.

4 – Objetivos desalinhados com a empresa

Se o planejamento de comunicação não for feito em conformidade com os objetivos da empresa, tampouco seus resultados estarão de acordo com o esperado pelos gestores e executivos. Isso passa por pensar a comunicação como um braço estratégico para os negócios.

Um exemplo: a finalidade de uma determinada marca é ampliar sua presença digital e atrair mais clientes por meio do e-commerce. Seria equivocado se, diante disso, fosse elaborado um plano completamente focado em mídias offline.

Portanto, conhecer os objetivos da empresa e criar as estratégias de comunicação a partir deles contribui para ações mais assertivas, que geram melhores retornos.

5 – Indefinição do público-alvo

Elaborar um plano de comunicação sem pesquisar minuciosamente seu público-alvo pode ser um erro crucial. Para ser competitivo, é imprescindível conhecer as preferências, os hábitos e o perfil do público que se deseja atingir.

Isso impõe às empresas o uso de ferramentas mais modernas, que sejam capazes de fazer essa análise e captar, em curto tempo, mudanças de comportamento. Dessa forma, é possível aprimorar o vínculo com potenciais clientes e atraí-los de forma mais assertiva.

Elaborar estratégias a partir de dados é um meio poderoso de potencializar a comunicação, além de contribuir para aproximar e fidelizar o público-alvo.

Resumindo…

Um bom planejamento de comunicação deve contemplar, em suas estratégias, os paradigmas da era digital. Isso se traduz da seguinte forma:

  • Os planos devem incluir monitoramento instantâneo de reputação, acompanhamento da concorrência e análise de influenciadores. Além disso, é primordial o alinhamento de objetivos e uma forte orientação a resultados.
  • As ferramentas que integram inteligência e big data são poderosas aliadas para um planejamento de comunicação mais eficaz.
  • Essa modernização de método pode trazer significativos benefícios à área de comunicação e relações públicas, proporcionando meios mais seguros e efetivos de alavancar a imagem e reputação das empresas.

Fontes: Global Communications Report 2018 – USC


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