Como a Cortex aprimorou seu processo seletivo para contratar talentos de tecnologia

Era da digitalização acirrou disputa para atrair e reter profissionais qualificados

Os profissionais de tecnologia estão cada vez mais disputados no mercado de trabalho. Apenas no Brasil, 421 mil postos de trabalho serão criados no setor até 2024, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Por outro lado, os cursos superiores da área formam menos de 50 mil profissionais anualmente.

Esses números refletem diretamente na busca das empresas pelos melhores talentos, já que a competição para conquistar profissionais que tenham hard e soft skills alinhadas com o negócio está cada vez mais acirrada. Essa disputa envolve desde oferecer melhores salários até inovar nos benefícios.

Na Cortex, a principal iniciativa para acelerar contratações foi a adoção do modelo de trabalho remoto, aumentando a possibilidade da busca por profissionais fora do eixo Rio-São Paulo. Além disso, a empresa frequentemente desenvolve novas ações e benefícios, como o subsídio à terapia e a Licença-Maternidade, Paternidade e Adotante Estendidas. Há ainda um programa específico de folgas, com uma semana de pausa em janeiro, day off de aniversário, para pais e mães e para usuários ativos no Gympass, plataforma de bem-estar corporativo. 

 As iniciativas ajudam não somente na atração de talentos, mas também na retenção e satisfação dos colaboradores atuais da empresa. Na companhia, atender às expectativas e necessidades do time começa pela prática da escuta. A adoção do modelo remote first, por exemplo, só aconteceu após uma pesquisa para entender a opinião de todo o time.

"Buscamos oferecer benefícios que vão ao encontro das necessidades que os próprios colaboradores nos trazem nas reuniões realizadas com os times. Essa troca permite enxergar pontos de atenção e  como podemos melhorar. Cada iniciativa que criamos é pensada de ponta a ponta para cuidar dos nossos colaboradores”, explica Carolina Ballerini, gerente de People na Cortex.

Um sinal de que a empresa está criando ações que são realmente efetivas para os colaboradores é a renovação do selo GPTW pela terceira vez consecutiva. "Todas as iniciativas estão conectadas a um dos valores da empresa: enjoy the ride, que propõe focar no objetivo final, mas trilhar o caminho com diversão", diz Carolina.

Para realizar contratações mais assertivas, a Cortex desenvolveu um processo com etapas que são estratégicas para conhecer o candidato e entender se ele realmente tem as habilidades necessárias para o cargo e fit cultural com a empresa. 

 

Conheça o processo de seleção da Cortex:

  1. Phone Screen: geralmente é feito pelo source recruiter. Essa etapa é basicamente uma triagem detalhada das informações que foram colocadas no currículo ou cadastro para entender o momento profissional do candidato e suas motivações para um novo desafio. Nesse momento também são apresentados os produtos da Cortex.
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  3. Talk People: é a etapa de entrevista com o RH. Esse papo serve para entender as Soft e Hard skills dos candidatos, com o objetivo de nivelar com a senioridade da posição.
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  5. Avaliação técnica: o foco dessa etapa é aprofundar sobre as habilidades técnicas. Ela pode ocorrer através de uma entrevista, case, desafio e/ou todos eles, podendo acontecer em agendas diferentes. O objetivo é conseguir ver na prática tudo aquilo que o candidato contou que conhece ou domina.
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  7. Match cultura: Essa é uma avaliação que vai além do “techniquês”.  Nesta etapa, o candidato vai conversar com um dos Guardiões de Cultura da Cortex - pessoas selecionadas pelo time de People - com o objetivo de aprofundar e entender quais são as motivações e inspirações do candidato, avaliando se sua visão de futuro combina com a da empresa.

“Todo o nosso processo seletivo é bem transparente, somos muito acessíveis e nosso objetivo é oferecer a melhor experiência para as pessoas candidatas. Temos recebido muitos feedbacks positivos”, conta Carolina.


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